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Formação em Palmas fortalece práticas inclusivas para cuidadores e equipe de apoio das escolas do campo

Encontro reuniu profissionais para orientar práticas de inclusão no atendimento a estudantes com necessidades específicas

Formação em Palmas fortalece práticas inclusivas para cuidadores e equipe de apoio das escolas do campo

Ttroca de conhecimentos entre educadores que acompanham estudantes com necessidades específicas

Data da publicação: 06/03/2026

Crédito da foto: Divulgação Educação


Os profissionais da educação de Palmas participaram, na última sexta-feira, 6, do 2º Encontro de Formação para cuidadores e equipe de Apoio Escolar, realizado na Escola de Tempo Integral (ETI) João Beltrão, situada em Taquaruçu Grande. A formação ocorreu no período da manhã e reuniu colaboradores da própria unidade e também da ETI Professor Fidêncio Bogo, localizada na mesma região.

O encontro foi mais um momento para troca de conhecimentos entre os educadores que acompanham estudantes com necessidades específicas, além de promover reflexões sobre práticas inclusivas no ambiente escolar. Dentro da programação, os participantes foram orientados sobre intervenções pedagógicas intencionais e qualificadas no cotidiano escolar.

 

 

Conforme a orientadora educacional da ETI João Beltrão, Maria Pereira, momentos de estudo e formação continuada são necessários para garantir um atendimento cada vez mais humanizado e eficiente aos estudantes atípicos e neurodivergentes. “Estudar constantemente esse tema é essencial para que possamos aprimorar nossas práticas e oferecer um suporte mais qualificado aos alunos. Acredito que essa formação vai contribuir bastante para a construção de um ambiente escolar verdadeiramente inclusivo, assegurando assim um processo de ensino-aprendizagem significativo para todos”, avaliou.

A formação foi conduzida pelas neuropsicopedagogas Amanda Moura e Gleiciane Alves, que apresentaram estratégias práticas voltadas ao acolhimento de crianças atípicas e de suas famílias.

Segundo Gleiciane, quando a escola assume o compromisso de preparar seus profissionais para atender esses estudantes, é possível perceber mais cuidado, sensibilidade e responsabilidade com o processo de ensino e aprendizagem. “A escola não deve se preocupar apenas com a matrícula desses alunos, mas também com sua permanência, aprendizagem e inclusão efetiva no ambiente escolar”, ressaltou.

De acordo o diretor da ETI João Beltrão, Gilvan Almeida de Araújo, o encontro proporcionou bastante aprendizado e envolvimento entre os profissionais. Para ele, iniciativas como essa ajudam a esclarecer dúvidas e fortalecem a construção de práticas pedagógicas mais adequadas para atender às necessidades dos estudantes. “Momentos de formação como este nos ajudam a refletir sobre a elaboração de atividades diferenciadas e estratégias que possibilitem atender melhor essas crianças, promovendo uma inclusão verdadeira e eficiente”, reforça.

 

Texto: Milena Botelho

Edição: Denis Rocha