08/05/2018 às 11h17

Combate ao preconceito norteia a programação em alusão ao Dia Nacional da Luta Antimanicomial

imageO documentário "Pedras, plantas e outros caminhos" será exibido nesta quarta, 09, durante o Cine na Praça

O documentário "Pedras, plantas e outros caminhos" será exibido nesta quarta, 09, durante o Cine na Praça

Fotógrafo: Divulgação

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Redação Semus

Combater o preconceito em relação às pessoas com transtornos mentais e às que fazem abuso de álcool e outras drogas é o objetivo da Rede de Atenção Psicossocial de Palmas constituída por um coletivo de usuários, trabalhadores e gestores do Sistema Único de Saúde (SUS). E para marcar o Dia Nacional da Luta Antimanicomial (18 de maio), a Rede organizou para esse mês de maio, uma programação especial que vai desde sessões de cinema, torneios esportivos, rodas de conversa, entre outros.

 

A programação começa nesta quarta-feira, 09, a partir das 17 horas, no Parque dos Povos Indígenas com o Cine na Praça, onde serão exibidos os documentários “Hotel da Loucura” e “Pedras, plantas e outros caminhos”.

 

Na sexta-feira, 11, no Complexo Poliesportivo Arno 51, acontece o 1º Torneio Intersetorial da Saúde Mental. E no sábado, 12, um almoço especial marca o Dia do Vínculo, momento de lazer e confraternização com as famílias e pessoas próximas aos usuários atendidos pelos serviços que compõem a Rede de Atenção Psicossocial de Palmas.

 

Já no dia 18, Dia da Luta Antimanicomial, a partir das 16 horas, o Parque Cesamar será palco desse movimento com direito à caminhada, piquenique, rodas de conversa, sarau musical, testagem rápida e aconselhamento e, ainda, uma Feira Solidária onde serão comercializados os produtos confeccionados pelos usuários como artesanato, bordados, quadros, produtos de limpeza, entre outros.

 

 

A programação se encerra no dia 25 de maio, com uma Assembleia Geral na Praça dos Girassóis, a partir das 9 horas, com Leitura da Carta Aberta construída pelos usuários, trabalhadores e familiares dos serviços de saúde mental de Palmas.

 

“Ao fazermos uma programação ampla como esta, conseguimos envolver todos os usuários e familiares na luta e mostramos como a rede está articulada na luta contra os manicômios não só físicos, mas aqueles presentes nas atitudes de preconceito”, ressalta a psicóloga Ana Carolina Peixoto.

 

São parceiros nessas atividades, a Prefeitura de Palmas por meio da Secretaria de Saúde responsável pelos Centros de Atenção Psicossocial (II e AD III) e pelo projeto Consultório na Rua, da Fundação Escola de Saúde Pública de Palmas (Fesp) e da Fundação Municipal de Infância e Juventude responsável pelo projeto Palmas que Acolhe. O Centro Universitário Luterano de Palmas (Ceulp/Ulbra) também é parceiro nas atividades.

 

 

Saiba mais

 

Em 1897 ocorreu em Bauru (SP), o I Encontro de Trabalhadores da Saúde Mental onde trataram das condições desumanas do tratamento das pessoas com sofrimento psíquico ou com problemas decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas, o que configura violação dos Direitos Humanos.

 

Com o lema “Por uma sociedade sem manicômios”, foi criado o Movimento Nacional de Luta Antimanicomial que, desde então, organiza-se em todo o Brasil, e em 6 de abril de 2001 teve o êxito da aprovação pelo Congresso Nacional da Lei nº 10.216, conhecida como Lei da Reforma Psiquiátrica.

 


(Edição e postagem: Iara Cruz)

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