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Palmas é a 2ª cidade da região Norte com melhor índice de sustentabilidade da limpeza urbana

16 de December de 2019 às 11:00min | Serviços Públicos

Aterro de Palmas já prepara abertura de sexta célula de depósito de resíduos; lagoas recebem resíduos da compactação para tratamento

Juliana Matos

Regiane Rocha

Na Capital, diariamente caminhões da coleta urbana encaminham 240 toneladas, em média, de lixo para o aterro sanitário

Palmas é a segunda cidade da região Norte com melhor Índice de Sustentabilidade da Limpeza Urbana (ISLU) no País em 2019, segundo ranking elaborado a partir de cooperação entre o Sindicato Nacional das Empresas de Limpeza Urbana (Selurb) e a PricewaterhouseCoopers (PwC) a partir de dados fornecidos pelas próprias prefeituras ao Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS).

 

Palmas obteve ISLU 0,690 em 2019, atrás na região Norte apenas de Belém (PA), cujo índice foi 0,697. Foram analisados dados de 3.317 cidades brasileiras, entre as quais estão com melhor ISLU Santos (SP) (0,743), Niterói (RJ) (0,742) e Blumenau (SC) (0,737). O estudo completo pode ser acessado pelo endereço eletrônico https://selur.org.br/publicacoes/islu-indice-de-sustentabilidade-da-limpeza-urbana-4a-edicao-2019/.

 

O índice foi criado em 2016 para mensurar a adesão dos municípios brasileiros às metas e diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos. A erradicação dos lixões urbanos é uma das principais metas da política nacional.

 

Aterro de Palmas

 

Em Palmas todo o território urbano é atendido por serviço de coleta de lixo que destina mensalmente cercade 240 toneladas de resíduos sólidos ao aterro municipal. Diferentemente dos antigos lixões urbanos, o aterro sanitário é uma obra de engenharia planejada para receber de forma controlada resíduos sem grandes impactos ao solo e lençóis freáticos graças à impermeabilização das células receptoras de resíduos.

 

Toda a gestão e manutenção do aterro sanitário de Palmas, o primeiro a ser construído no Tocantins, é feita pela Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos (Seisp). Trata-se de um modelo para outros estados e municípios que rotineiramente o visitam para conhecer a estrutura e os investimentos ali já empregados. 

 

O superintendente de Serviços Públicos de Palmas, Adão Maia, frisa que qualquer investimento em tecnologia ganha mais sentido quando a comunidade também se percebe como parte do processo de gestão de resíduos. “A Política Nacional de Resíduos Sólidos tem um princípio basilar que diz que a geração e a destinação de resíduos são responsabilidade de cada cidadão. É por isso que a comunidade tem também um papel importante em nos auxiliar, armazenando o seu resíduo de maneira correta para que possamos fazer a nossa parte que é coletando e enviando para o aterro sanitário”, frisou.

 

 

Revisão: Iara Cruz

 


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