Quem chega ao aterro sanitário de palmas, encontra uma
montanha equivalente a um prédio de cinco andares, monitorada por técnicos, da
Secretaria de Infraestrutura Serviços Públicos de Palmas.
Localizado à 17
km da capital e com uma área de 93 hectares, sendo
apenas 10 ha.
utilizados, o aterro sanitário de Palmas já desperta interesses em
comercialização de créditos de carbono.
Nesta quarta-feira, 25, o consultor ambiental, Pablo
Coelho, da empresa OPlatek Soluções Técnicas, de Belo Horizonte,
esteve visitando a área onde conheceu de perto o processo o sistema de
gerenciamento de resíduos.
Expansão
Com uma área de aproximadamente 9.800 metros quadrados,
equivalente a um campo de futebol, uma nova trincheira (depósito de lixo), esta
sendo preparada. O solo está sendo coberto por uma geo membrana, para
evitar o contato do lixo e do chorume com o lençol freático. De acordo com o
consultor ambiental, Pablo Coelho, a geo membrana possui durabilidade de 100 a 150 anos.
Ao lado, Três lagoas de decantação fazem a coleta do
chorume, que passa por um processo de filtração. Bem receptivo e bem
informado, o seu “Zeca do Aterro” é o responsável pelo local. De acordo
com ele, todos os dias são despejados em média 190 toneladas/dia de lixo,
chegando a 250 toneladas/dia em datas comemorativas, como natal e
ano novo.
Para o consultor, Pablo Coelho, a visita superou as
expectativas. “O objetivo é buscar viabilidade para o projeto de certificação
do comercio de créditos de carbono, pela não emissão de metano. E o aterro
sanitário atende e superou minhas expectativas”, frisou.
Ainda de acordo com Coelho o projeto prevê investimentos de aproximadamente
1,5 milhões de euros. “Com a própria venda do carbono e possível recuperar esse
investimento”. Finaliza.