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Aterro Sanitário implanta estação para controlar estabilidade e decomposição dos resíduos sólidos

Monitoramento será feito pela Estação Total em quatro células que abrigam resíduos sólidos e que já estão inativas.

Aterro Sanitário implanta estação para controlar estabilidade e decomposição dos resíduos sólidos

Data da publicação: 24/10/2017



Já está em funcionamento no Aterro Sanitário de Palmas a Estação Total, responsável pelo monitoramento geotécnico das quatro células que abrigam os resíduos sólidos e que já estão inativas, abrangendo uma área de 30 mil metros quadrados do aterro. Para isso foram instalados dez gabaritos que medirão a estabilidade do maciço e dos taludes (parte alta e paredes do aterro, respectivamente).


De acordo com a equipe técnica, os gabaritos servem para identificar e fazer o controle da estabilidade e da decomposição dos resíduos que se encontram no maciço (cobertura de terra que evita a exposição dos resíduos durante as etapas de decomposição).


Após o encerramento das atividades da célula, é obrigatório o monitoramento dos resíduos depositados na célula e também da pressão que sofre os taludes (terreno inclinado que envolve a célula) durante a decomposição do lixo soterrado.


De acordo responsável técnico pelo aterro sanitário, João Marques, a instalação da estação é uma exigência do Estudo e Relatório de Impacto Ambiental  EIA/Rima, para garantir a renovação da licença de operação do aterro sanitário.


“Nossa equipe está fazendo o monitoramento no intervalo de 15 em 15 dias, quando podemos detectar as variações  de estabilidade no maciço da célula”, explica. Ainda de acordo com Marques, a exigência dos EIA/Rima é que seja feito o monitoramento do maciço a cada dois meses, mas, até que sejam instalados os gabaritos na base do maciço, será  feito a cada 15 dias.


Outro procedimento será a instalação dos gabaritos na base do maciço, além do plantio de grama no maciço para impedir a infiltração de água nas células.