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Feira de Ciências da Escola Municipal Paulo Freire aborda biomas do Brasil

Alunos trabalham cada projeto de acordo com faixa etária

Feira de Ciências da Escola Municipal Paulo Freire aborda biomas do Brasil

Data da publicação: 29/10/2024


Com o tema Biomas do Brasil: Diversidade, Saberes e Tecnologias Sociais, a Escola Municipal Paulo Freire realizou sua feira  de ciências nesta quinta-feira, 5,  na quadra de esportes. Envolvendo toda a comunidade escolar, foram desenvolvidos seis projetos referentes ao tema, permitindo a pesquisa e o desenvolvimento de atividades pedagógicas com alunos de todas as faixas etárias.

Com as turmas do pré-escolar, a investigação foi acerca do quanto de açúcar tem nas frutas. Os 1º anos trabalharam a tecnologia de geração de renda com as folhas do cerrado. As turmas do 2º ano descobriram os encantos do cerrado tocantinense, enquanto os matriculados no 3º ano a educação e sustentabilidade na caatinga. O 4º ano também priorizou o estudo do cerrado e suas belezas que encantam, alimentam e curam. Finalizando o tema, as turmas do 5º ano desenvolveram um purificador de água sustentável.

Diretora da escola, Josileide Gonçalves da Silva Postal considera a feira, que é resultado do trabalho o desenvolvido  em sala e preparação para a Fecit, foi muito especial. “É gratificante ver o engajamento de todas as turmas e entusiasmo dos professores na busca por conhecimento. A culminância foi magnífica, tudo muito organizado e contagiante, ficamos todos satisfeitos com as exposições dos trabalhos e a participação de pais, amigos, professores, colaboradores, enfim, toda a comunidade escolar”.

Aluna das professoras Elisângela Alves da Silva e Lêda Araújo Rodrigues, Ana Clara Castro Ramalho, do 4º ano, cita de cor os seis biomas brasileiros e suas características. “Achei muito legal saber a quantidade de frutos que o cerrado dá”, disse. Josué Rocha Lima, de sete anos, aluno da professora Osmarina Aires, diz que gostou da feira como se fosse uma festa cheia de surpresas, e ficou particularmente impressionado com os animais empalhados. “Eles não têm sangue?”, perguntou, para receber na hora as explicações sobre o sistema circulatório e a técnica da taxidermia.