Uma portaria regulamentando as atividades do Centro de
Educação Inclusiva (CEI) que funciona na Escola Municipal Francisca Brandão
(Arse 121), bem com a atuação dos profissionais de saúde, por meio do Centro de
Atenção Inclusiva (CAI), foi proposta por gestores e técnicos das redes
municipais de saúde e de ensino da Capital. Nesta segunda, 26, a parceria entre
as redes foi discutida em reunião com gestores, técnicos e pesquisadores da
Secretaria Municipal da Saúde (Semus) e da Fundação Escola de Saúde Pública de
Palmas (Fesp).
“O planejamento e organização da rede de cuidado aos
estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e
aprendizagem, é de extrema importância, uma vez que garante o acesso e cuidado
integral a esses estudantes e suas famílias”, pontuou o secretário de Saúde,
Daniel Borini.
O atendimento ofertado pelo CEI é multiprofissional
composto por profissionais da educação e da saúde, no qual realizam
integradamente as atividades de acompanhamento e reabilitação de estudantes com
deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, matriculados em classes
comuns do ensino regular, assegurando-lhes condições de acesso, participação e
aprendizagem.
“Com a portaria vamos regulamentar todas as diretrizes de
atendimento a esse público que já vem sendo feito em parceria entre técnicos da Saúde e da Educação, e que vem dando certo, promovendo essa inclusão”, concluiu
a secretária executiva da Semus, Marttha Franco.