Nesta semana, moradores do setor Palmas Sul II começaram a instalar lixeiras individuais em frente às residências para o acondicionamento correto do lixo doméstico, evitando que se espalhe pelas vias públicas, um exemplo de colaboração comunitária com a gestão dos resíduos na Capital. A ausência de recipientes adequados para o armazenamento do lixo compromete a manutenção da limpeza urbana e dificulta o trabalho das equipes de coleta.
No início deste ano, a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Habitação (Seihab), responsável pela gestão de resíduos sólidos na cidade, promoveu uma série de encontros com os moradores com o objetivo de orientar e engajar a população para uma participação mais ativa no serviço de armazenamento do lixo doméstico.
“Iniciamos esse processo de orientação para que os moradores instalem suas próprias lixeiras, como já ocorre na maioria das quadras de Palmas, e os resultados começam a aparecer. O Palmas Sul II é um exemplo claro dessa colaboração, com os moradores contribuindo diretamente com esse serviço. Na Quadra Arso 122 (1205 Sul), por exemplo, os moradores solicitaram um prazo para se adequar, e já temos retornos positivos de outros locais para que os resíduos domésticos não sejam armazenados de forma inadequadas, afetando a saúde pública, o meio ambiente e os serviços de limpeza urbana”, explicou o engenheiro civil da Seihab, Bruno Mouzinho.
Contêineres
Embora diversas quadras e setores da Capital adotem lixeiras individuais, algumas regiões ainda dependem exclusivamente dos contêineres disponibilizados pela Prefeitura para o descarte de resíduos. No entanto, o uso inadequado desses equipamentos tem gerado prejuízos recorrentes ao Município.
“Já tivemos diversos casos de contêineres incendiados ou danificados por uso inadequado. Essa destruição exige substituições constantes, o que prejudica a população, que não pode ficar desassistida, e impacta diretamente os cofres públicos com a necessidade de aquisição contínua de novos equipamentos”, pontuou Mouzinho.