Em celebração ao Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março, a Prefeitura de Palmas apresenta um balanço histórico de avanços na rede de proteção feminina, com destaque para a ampliação dos serviços na Casa da Mulher Brasileira (CMB). Desde o dia 2 de março, a unidade passou a operar 24 horas por dia, inclusive aos finais de semana e feriados.
A expansão do horário foi viabilizada pela nomeação de novos psicólogos, assistentes sociais e educadores sociais aprovados em concurso público. Segundo a primeira-dama e secretária de Ação Social e da Mulher, Polyanna Siqueira Campos, a medida garantiu as condições necessárias para o funcionamento 24h. “Sabemos da importância de manter a Casa de portas abertas de forma ininterrupta. São mulheres que não podem esperar e dependem do poder público para romper o ciclo de abuso e violência”, destacou.
Serviços
Inaugurada em março de 2025, a CMB concentra atendimento psicológico, jurídico e social em um único espaço. Somente em janeiro deste ano, a unidade registrou 291 atendimentos, número que reforça a alta demanda e a eficácia no planejamento e promoção de políticas públicas voltadas para mulheres em situação de vulnerabilidade.
A CMB também realiza projetos e capacitações em parcerias com órgãos públicos e sociedade civil organizada com vistas a promover autonomia financeira, social e patrimonial, fatores reconhecidos e determinantes para libertar mulheres do contexto opressor.
Avanços na rede e controle social
Além da ampliação na Casa da Mulher Brasileira, a gestão municipal consolidou outras frentes de apoio que completam a rede de proteção na Capital. Entre elas, a Casa Abrigo da Mulher segue oferecendo proteção sigilosa e atendimento integral para mulheres e filhos em risco iminente de morte. Também foram reativados o Conselho Municipal (Comdim) e o Fundo Municipal dos Direitos da Mulher, além da criação da Ouvidoria da Mulher, canal permanente para orientações e denúncias pelo telefone (63) 99256-6614. Da mesma forma, buscando descentralizar o atendimento, o projeto Cidadania Rural levou serviços de saúde, exames preventivos e assistência social às comunidades do campo, alcançando centenas de mulheres em distritos como Taquaruçu.
