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Palmas abre consulta pública para construção do Plano de Segurança Alimentar 2026–2029

Iniciativa tem como objetivo reunir contribuições, críticas e sugestões da sociedade civil para aperfeiçoar as ações e metas

Palmas abre consulta pública para construção do Plano de Segurança Alimentar 2026–2029

Objetivo é fortalecer a rede de proteção e garantir alimento para quem mais precisa

Data da publicação: 08/10/2026

Crédito da foto: Regiane Rocha


 A Prefeitura de Palmas, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social de Palmas (Sedes), abriu consulta pública para o Plano Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional (PlamSan) 2026–2029. A iniciativa tem como objetivo reunir contribuições, críticas e sugestões da sociedade civil para aperfeiçoar as ações e metas do plano. Os interessados podem participar de forma on-line até 22 de outubro, por meio do endereço eletrônico https://consultaspublicas.palmas.to.gov.br/  .

O processo participativo busca fortalecer a produção e o acesso a alimentos no Município, com iniciativas voltadas à agricultura familiar, ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), às hortas urbanas e à piscicultura no Lago de Palmas. O documento também estabelece formas de acompanhamento, recursos e metas para garantir que essas medidas sejam realizadas ao longo dos quatro anos.

“O Plano Municipal não é apenas um instrumento de planejamento governamental, mas um verdadeiro pacto social entre o poder público e a sociedade civil para combater a fome, a má nutrição e as desigualdades sociais. Nesse sentido, a consulta pública é fundamental para aperfeiçoar as políticas públicas em Palmas”, disse o secretário-executivo da Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan) da Sedes, Rodrigo Miranda Pereira.

 

Participação social

A escuta da sociedade contribui para identificar as necessidades das periferias, comunidades rurais e povos e comunidades tradicionais, além de ampliar a transparência e o diálogo na definição das prioridades para a segurança alimentar e nutricional. Cidadãos, movimentos sociais, agricultores familiares, acadêmicos e entidades socioassistenciais também podem participar desse processo.

Texto: Daniel Reis

Edição: Juliana Matos