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Prefeitura de Palmas orienta foliões sobre redução de danos relacionados ao consumo de bebidas alcoólicas no Carnaval

Ações de cuidado e informação tornam-se aliadas importantes para a autonomia e bem-estar da população

Prefeitura de Palmas orienta foliões sobre redução de danos relacionados ao consumo de bebidas alcoólicas no Carnaval

Data da publicação: 13/02/2026

Crédito da foto: Divulgação Semus


As festividades de Carnaval movimentam a Capital e reúnem foliões em momentos de celebração, convivência e lazer. Para que a experiência seja aproveitada de forma plena e segura, ações de cuidado e informação tornam-se aliadas importantes, especialmente, em relação ao consumo de bebidas alcoólicas, prática comum neste período festivo.


Segundo a Secretaria Municipal da Saúde (Semus), a estratégia de Redução de Danos considera o respeito à autonomia das pessoas, oferecendo orientações simples que contribuem para o bem-estar, sem julgamentos ou proibições. Beber devagar, alternar o consumo de álcool com água, evitar o chamado “amigo da vez” e não ingerir bebidas alcoólicas em jejum são atitudes que ajudam a diminuir riscos e permitem que o folião aproveite a festa com mais segurança.


O gerente de Serviços de Atenção Psicossocial, Rodolfo Oliveira, explica que o autocuidado deve estar presente em todos os momentos da folia. “A disseminação de informações acessíveis e acolhedoras contribui para que moradores e visitantes possam curtir a programação com mais liberdade, responsabilidade e saúde”, ressaltou ele.



ISTs e prevenção combinada

Além dos cuidados relacionados ao consumo de álcool, a Semus ressalta a importância da prevenção das Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) durante o Carnaval. O uso de preservativos nas relações sexuais continua sendo uma das formas mais eficazes de proteção.


Outra estratégia importante é a Profilaxia Pré-Exposição ao HIV (PrEP), indicada para pessoas com maior vulnerabilidade à infecção. A PrEP é disponibilizada gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e, quando utilizada de forma adequada e acompanhada por profissionais de saúde, reduz significativamente o risco de transmissão do HIV.

Texto: Rodrigo Marques

Edição: Juliana Matos