‘5ª Conferência Municipal Democrática Popular de Segurança Alimentar e Nutricional de Palmas’ define propostas para etapa estadual

Secretaria do Desenvolvimento Social

Autor: Eliene Campelo | Publicado em 18 de outubro de 2019 às 14:17

Conferência Estadual de Segurança Alimentar que acontece nos dias 24 e 25 de outubro


Profissionais e representantes das áreas de Assistência Social, Agricultura Familiar e Educação se reuniram na manhã desta sexta-feira, 18, para a realização da 5ª Conferência Municipal Democrática Popular de Segurança Alimentar e Nutricional de Palmas. Na ocasião foram eleitos os delegados representantes de Palmas e as propostas que serão encaminhadas para a Conferência Estadual de Segurança Alimentar que acontece nos dias 24 e 25 de outubro na Capital.

 

“A conferência tem como um de seus pilares principais o ‘Objetivo 2’ dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS): Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável. Tenho certeza que os profissionais que se reuniram nesta conferência estão comprometidos em trazer contribuições e propostas que irão aprimorar as políticas públicas de segurança alimentar e demais áreas que são implicadas por estas políticas”, destacou a secretária-executiva.

 

Durante a reunião, foram discutidos temas importantes que impactam diretamente a vida de milhares de crianças, idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade em nosso País, como a fome, subnutrição, mortalidade infantil, produção de alimentos e obesidade. “Temos que trabalhar para que o Brasil não volte para o Mapa da Fome do qual saiu em 2014”, enfatizou a conselheira acrescentando que de acordo com o relatório conjunto, publicado pela Organização das Nações Unidas, ‘O Estado da Segurança alimentar e Nutricional no Mundo em 2019’, cerca de 820 milhões de pessoas no planeta não se alimentaram adequadamente em 2018.  “Temos pesquisas que apontam que mais de 600 mil tocantinenses sofrem ou sofreram insegurança alimentar. Esses dados são um alerta da necessidade de se discutir formas de mudar essa realidade”, explicou a conselheira estadual Erlania Rocha.

 

Os trabalhos foram divididos em três eixos temáticos, sendo eles:

 

Eixo I - Direito humano à alimentação adequada que trata sobre alimentação nas escolas, alimentação saudável, compras institucionais, doenças decorrentes da má alimentação, feiras livres e outros temas;

 

Eixo II - Controle social e sistema de segurança alimentar e nutricional com debates sobre a participação da sociedade civil organizada e atuação do conselho, instituições e entidades que defendem o direito da população à alimentação saudável e outros;

 

Eixo III - Objetivos do desenvolvimento sustentável e segurança alimentar nutricional que apresentou dados e propostas relacionadas à erradicação da pobreza e da fome, investimentos em sistemas de produção, agricultura familiar, água limpa, saneamento, hortas urbanas e outros.

 

 

 

 

 

Edição: Lorena Karlla