Acidentes domésticos aumentam no período de férias, saiba como evitar

Secretaria da Saúde

Autor: Redação Semus | Publicado em 18 de julho de 2019 às 17:04

De acordo com o Ministério da Saúde, os acidentes domésticos geram uma média de 110 mil casos de hospitalização no país

 

Com tempo de sobra nas férias as crianças acabam passando um período maior em casa, onde os pais imaginam que os pequenos estejam seguros, mas onde menos se espera é que mora o perigo. A médica de Saúde da Família e Comunidade Mayra Luana Fernandes, que atende na Unidade de Pronto Atendimento Norte de Palmas (UPA) orienta que os cuidados devem ser redobrados, quando o assunto são as crianças.

 

 

De acordo com dados do Ministério da Saúde, os acidentes domésticos geram por ano, a média de 110 mil casos de hospitalização em todo país. E é nas férias que o número de casos aumentam cerca de 25%. Entre as principais causas de acidentes domésticos estão afogamento, queda, sufocação, queimaduras, choque elétrico, envenenamento por plantas e animais venenosos.

 

 

“Todos os dias presenciamos casos de acidentes com crianças que poderiam ter sido evitados, como o uso de protetores de tomadas para evitar choque elétrico, a instalação de protetores nas pontas de mesas de vidro. Durante a troca de fraldas nunca deixe uma criança sozinha, em cima de mesas, cama e outros móveis, mesmo que seja por um instante”, explica a médica.

 

 

Ela ainda orienta ainda que as panelas no fogão devem sempre ficar com o cabo virado para dentro, produtos químicos e objetos cortantes devem ser armazenados em lugares trancados além da instalação de grades de segurança no topo e pé de escadarias a fim de evitar quedas.

 

 

Meio aquático

 

 

Quem tem piscina em casa, também deve redobrar a atenção. Os acidentes desta natureza tem como vítimas crianças na faixa de etária de 1 a 9 anos. Por isso, é importante lembrar que as grades de segurança ao redor da piscina, dificultam o acesso de crianças, e que é recomendado desligar o filtro da piscina quando estiver usando e sempre que a criança estiver na piscina, deve estar sob a supervisão de um adulto.