Gratidão e satisfação de quem acumula experiência e histórias no serviço público

Instituto 20 de Maio de Ensino, Ciência e Tecnologia

Autor: Neuracy Viana | Publicado em 23 de outubro de 2019 às 09:22

Filemon de Sousa Rodrigues é agente do tesouro municipal e ingressou na Prefeitura bem antes de se tornar efetivo, e tem procurado honrar a função que exerce com caráter e dedicação

Gratidão e satisfação são duas palavras que definem Filemon de Sousa Rodrigues, que serve a população de Palmas há 29 anos. Gratidão pelas oportunidades que tem tido na Prefeitura de Palmas, e satisfação por todo o trabalho que tem prestado até então. Nesta terceira matéria da série 'Pioneiros no Servir', será apresentado o servidor Filemon Rodrigues, que é agente do tesouro municipal e acumula no currículo, além de experiências, muitas lembranças guardadas na memória.

 

Mesmo tendo nascido em Ponte Alta do Tocantins, a cerca de 150 km de Palmas, Rodrigues se considera um palmense nato. Chegou à Capital definitiva em 1990, a convite do então prefeito Fenelon Barbosa, para trabalhar no serviço público municipal. Em 1992, foi aprovado no primeiro concurso e desde então conta com orgulho que adotou a cidade como sua. “Eu digo pra todos que, quando viajo para outras cidades que passo três dias fora, quando volto, à noite, e vejo as luzes da cidade, meu coração se abre, porque vejo aqui a minha terra, a terra do futuro.”

 

Apesar das dificuldades naturais em todo começo, para o servidor, não existem lembranças ruins. Saudosista, Rodrigues relata como foram seus primeiros anos de trabalho em Palmas. “Eu vinha de Porto Nacional, na segunda-feira, e voltava na sexta. Dormíamos no prédio do antigo Paço municipal, eu e mais dois colegas”, conta. “Eu gostava de fazer exercícios, corria nessa Theotônio Segurado e costumava passar por animais”, recorda-se, citando que, às 5 horas, acordava com seriemas cantando na janela do prédio da Prefeitura. “Isso pra mim é uma lembrança inesquecível. Quando passo por aqui (estava no local no momento da entrevista), lembro-me de tudo isso.”

 

Segundo o servidor, essa época de dificuldades não lhe traz recordações ruins, porque tinha a consciência de que era preciso passar por tudo aquilo, pois estavam construindo a grandeza que é Palmas hoje. “Tudo que passamos, sem sobra de dúvida, é um trabalho que guardamos com muito amor”, destaca, enfatizando que muita coisa mudou e só vem melhorando cada dia mais.

 

Ser servidor

 

Para Filemon Rodrigues, não é nenhum mérito do servidor ser honesto, mas uma atribuição da função. “É preciso que nós tenhamos o caráter de fazer a coisa pública funcionar a contento aquilo que demanda a nossa função. Essa é a base principal de ser um servidor público”, frisa. “Amo ser servidor público, amo a minha cidade”, completa.

 

Ainda conforme Rodrigues, sinceridade, respeito ao próximo, atitude, perseverança e amor à cidade que você serve são atributos da profissão. “Trabalho com amor pela cidade que amo; trabalho com toda vontade de servir ao povo, porque essa é a minha função. Somos servidores do povo, e é para o povo que temos que trabalhar”, conclui.