Hora do Planeta: Palmas participa de ato simbólico contra aquecimento global

Fundação Municipal de Meio Ambiente

Autor: Deni Rocha | Publicado em 31 de março de 2019 às 12:10

Ato representa mobilização em favor do clima e da biodiversidade


Palmas participou, na noite deste sábado, 30, do evento mundial Hora do Planeta 60+, que aconteceu em 188 países e diversos locais do Brasil. Na ocasião foram apagadas as luzes por uma hora e 500 velas foram acesas no Espaço Cultural José Gomes Sobrinho visando alertar toda a humanidade para as causas e as consequências do aquecimento global.


A Hora do Planeta também busca alertar toda a população sobre a necessidade de conservação e recuperação de ecossistemas e ainda de adoção de hábitos mais sustentáveis no cotidiano das pessoas, partindo do princípio dos cinco erres: reciclar, reduzir, reutilizar, responsabilizar e respeitar.

 


Segundo a Fundação de Meio Ambiente (FMA), a Hora do Planeta é um movimento de sensibilização e alerta para os problemas causados com mudanças climáticas e o impacto na biodiversidade e na vida das pessoas. No evento, população, cidades e empresas são convidadas a demonstrar preocupação com a questão ambiental realizando o ato de apagar as luzes durante uma hora.

 


A presidente da FMA, Meire Carreira, disse que a Hora do Planeta é uma mobilização sobre a questão das mudanças climáticas e os impactos que causam na biodiversidade e na vida e das pessoas.

 


Meire explica que as cidades são convidadas a desligarem, por uma hora, as luzes de algum monumento importante da cidade. “Esse ato simbólico serve para que a gente reflita e se lembre que as nossas ações e hábitos refletem diretamente no nosso planeta”.

 


Movimento

 


O Movimento nasceu com o intuito de conscientizar as pessoas sobre as causas e as consequências das mudanças climáticas, a Organização Não Governamental (ONG) World Wildlife Fund (WWF), ou Fundo Mundial da Natureza, uma das mais renomadas ONGs ambientalistas do mundo, criou a Hora do Planeta, um evento simbólico iniciado em 2007 pela WWF-Austrália que já conseguiu o apoio de vários países e a cooperação de centenas de milhares de pessoas em todo o mundo. No Brasil conta com a participação de mais de cem cidades e 1,5 mil monumentos.

 

 




Edição e postagem: Lorena Karlla