Palestra sobre memória e envelhecimento será ministrada no Parque do Idoso nesta quinta, 19

Secretaria do Desenvolvimento Social

Autor: Eliene Campelo | Publicado em 17 de setembro de 2019 às 12:13

Iniciativa é realizada em alusão ao Dia Mundial de Conscientização do Alzheimer

No dia 21 de setembro é comemorado o Dia Mundial de Conscientização do Alzheimer com o objetivo de mobilizar a sociedade sobre a importância de adotar hábitos de cuidados com o cérebro e de prevenção a esta doença ainda sem cura. E para levar mais conhecimento sobre o tema aos idosos que participam de atividades no Parque do Idoso Francisco Xavier de Oliveira a equipe do Parque receberá na quinta-feira, 19, a médica geriatra Paula Curado, que fará uma palestra com o tema ‘Memória e Envelhecimento’

 

A programação terá início às 8h30 com a palestra e, em seguida, os idosos irão participar de rodas de conversa e dinâmicas voltadas para a atenção e a memorização sob a orientação da médica Rafaela Alen Costa às 09h30. As duas profissionais atuam em clínicas privadas da Capital e são parceiras do Parque do Idoso nesta ação.

 

“Já é o quarto ano que o Parque promove uma ação voltada especificamente para esta data, porém as nossas atividades realizadas semanalmente com nossos idosos são todas voltadas para a saúde e bem-estar desta parcela da população. Temos diversas atividades na área do esporte e lazer, sempre com orientações e acompanhamento de especialistas para que nossos idosos mantenham a doença de Alzheimer bem longe de suas vidas”, destaca a gerente do Parque do Idoso, Silvanete Mota.

 


Dia Mundial de Conscientização do Alzheimer


 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu em 1994 o dia 21 de setembro como o Dia Mundial da Doença de Alzheimer com o objetivo de divulgar para a população informações relacionadas a essa doença como orientações sobre prevenção, causas e tratamento.

 

A doença de Alzheimer é a mais comum das demências. Trata-se de uma doença crônica, neurodegenerativa e de caráter progressivo. Geralmente a perda de memória é o primeiro sinal a ser percebido pelos pacientes e seus familiares.

 

Alguns fatores como idade, genética, deficiência cognitiva leve, doenças cardiovasculares, ou membros da família com Alzheimer e traumatismo craniano podem expor a pessoa a um maior risco de desenvolver a doença.

 

Ao evoluir, o Alzheimer leva o paciente à perda de autonomia, perda de memória e, quando em estágio avançado, é necessário um acompanhamento regular da pessoa.

 

 

Edição e postagem: Iara Cruz