Sedes lança série de apresentações teatrais em alusão ao Dia Internacional contra o Trabalho Infantil

Secretaria do Desenvolvimento Social

Autor: Redação Sedes | Publicado em 07 de junho de 2019 às 09:31

As peças teatrais somam 20 apresentações que serão realizadas durante o ano

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) lança, por meio do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti), uma série de apresentações teatrais que acontecerão nas Escolas Municipais, Rurais e Espaços Públicos como Ginásio Ayrton Senna e Praia da Graciosa, de forma que contemple todas as regiões da Capital. A programação acontece entre este mês de junho e segue até novembro deste ano.

 

Essa ação busca mobilização e consciencialização de alunos, professores, servidores e familiares sobre os riscos e consequências do trabalho em idade precoce. As peças teatrais somam 20 apresentações que serão realizadas durante o ano.

 

A encenação teatral conta a história da boneca Aninha que é convidada a trabalhar na casa de uma mulher da cidade grande, mas é alertada pelo papagaio Peti que dá orientações sobre os direitos da criança de brincar e se divertir, em vez de trabalhar – que são direitos prescritos no Estatuto da Criança e do Adolescente - e sobre o quanto o trabalho, em tempo inadequado, pode atrapalhar o futuro da menina.

 

O teatro é apresentado pela Empresa Diversa TO e já tem uma grande aprovação das crianças que riem bastante e já decoraram o lema do papagaio Peti que é “Tá errado”. O papagaio Peti repete a frase todas as vezes que a menina Aninha é chamada para trabalhar.

 

De acordo com a diretora e dramaturga da peça, Ana Isabel, “o projeto é muito importante como uma forma lúdica e atrativa de abrir a discussão para esse tema com as crianças, no meio escolar de uma forma geral, abre também o tema para os professores discutirem o tema em sala”, informou.



Sobre o Peti

 

 

O Peti é um conjunto de ações que têm o objetivo de retirar crianças e adolescentes menores de 16 anos do trabalho precoce, exceto na condição de aprendiz a partir de 14 anos. O programa, além de assegurar transferência direta de renda às famílias, oferece a inclusão das crianças e dos jovens em serviços de orientação e acompanhamento. A frequência à escola também é exigida.

 

Segundo a coordenadora do Peti, Poliana Lopes, “a nossa perspectiva é sempre trabalhar com a mobilização e conscientização de crianças e adolescentes, quanto ao trabalho infantil nas diversas formas, conforme a organização internacional. A proposta é estar sempre dando orientações e auxiliando as escolas municipais de Palmas, a trabalhar pela busca da erradicação do trabalho infantil”, esclareceu.



Revisão e postagem: Iara Cruz