Semus realiza última palestra alusiva ao Dezembro Vermelho

Secretaria da Saúde

Autor: Redação Semus | Publicado em 27 de dezembro de 2019 às 12:18

A exposição educativa aconteceu na sede da empresa Energisa, localizada no centro da Capital

Em alusão a campanha do Dezembro Vermelho, a Secretaria Municipal de Saúde de Palmas (Semus) realizou nesta sexta-feira, 27, uma palestra voltada para profissionais e colaboradores da Energisa sobre a prevenção do HIV e demais infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). A exposição educativa aconteceu na sede da empresa, localizada no centro da Capital.

 

A ocasião foi conduzida pelos integrantes da coordenação Técnica de Infectocontagiosas da Semus e serviu para orientar os funcionários sobre a importância da prevenção durante relações sexuais e do acompanhamento em caso de exposição para que o diagnóstico precoce possa ajudar no bem-estar e qualidade de vida, além de vetar a possibilidade de transmissão para outro parceiro.

 

O enfermeiro e coordenador técnico do setor de infectocontagiosas, Eduardo Moura, pondera que o objetivo da ação é sensibilizar os profissionais sobre a prevenção e o tratamento precoce contra o HIV e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST). “Além de usar a camisinha, é fundamental fazer o teste precocemente e realizar o tratamento adequado do HIV e de qualquer outra IST”, pontua Eduardo.

 

O coordenador de Saúde e Segurança da Energisa, Bruno Queiroz, esclarece que a Energisa tem um projeto de valorização das pessoas e sempre busca parcerias para trazer o maior número de informações para dentro de sua base. “É muito importante recebermos profissionais qualificados falando objetivamente para as pessoas que elas precisam se cuidar, pois as doenças estão aí e só depende de cada um”, conclui Bruno.

 

O técnico de inspeção e medição da Energisa, Humberto Carneiro, 39, trabalha há mais de 10 anos na profissão, ressalta que as informações repassadas na palestra são importantes para propagar o conhecimento sobre as infecções sexualmente transmissíveis. “Tanto para os homens quanto para mulheres para que haja acompanhamento adequado e não aumentem os casos de pessoas infectadas na Capital”, esclarece.