
Prefeito Eduardo Siqueira Campos vistoria cozinha da ETI Olga Benário e constata necessidade de melhorias para garantir qualidade da alimentação escolar
Gestor identificou a necessidade de modernização da estrutura e dos equipamentos para garantir melhores condições de trabalho e uma alimentação escolar de qualidade aos estudantes
Na manhã desta quinta-feira, 22, o prefeito de Palmas, Eduardo Siqueira Campos, realizou uma visita técnica à Escola Municipal de Tempo Integral (ETI) Olga Benário, situada na Arso 61 (603 Sul). Acompanhado pela secretária municipal de Educação, Anice Moura, o gestor vistoriou as instalações da unidade e identificou a necessidade imediata de intervenções na estrutura da cozinha para garantir a segurança alimentar dos alunos. A decisão de visitar a unidade antes do início das aulas, previsto para 2 de fevereiro, faz parte de uma estratégia de acompanhamento direto das demandas escolares.
A ETI Olga Benário carrega um valor simbólico e histórico para a Capital. Durante a vistoria, Eduardo relembrou que a unidade foi uma das oito escolas-padrão inauguradas ainda em sua primeira gestão, nos anos 90, consolidando-se como um dos pilares da educação palmense, apresentando, historicamente, bons índices no IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica).
Para o prefeito, a excelência no ensino deve estar aliada a uma infraestrutura que suporte as necessidades básicas dos estudantes. “O coração de uma escola é a pedagogia. Mas aluno de barriga vazia não aprende. Com a pedagogia estou muito tranquilo. Temos excelentes diretores, professores e profissionais que fazem da educação de Palmas uma referência. Merenda é questão para a gestão cuidar”, afirmou Eduardo Siqueira Campos, ressaltando também, a intenção de manter as escolas com padronização no atendimento aos estudantes: “das escolas do campo até aquelas mais próximas, queremos que todos os alunos tenham a mesma alimentação escolar, com muita qualidade”.
Acompanhados pela diretora da unidade, Idelma Bastos, o prefeito e a secretária constataram o desgaste de equipamentos que não recebiam manutenção ou substituição há anos, identificando problemas como freezers danificados e sem maçanetas, portas enferrujadas, falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) adequados para as merendeiras e uma necessidade geral de adequação do ambiente para o preparo dos alimentos.
Eduardo ressaltou que, desde o início de 2025, a gestão tem se empenhado em garantir insumos de primeira qualidade para os cerca de 45 mil estudantes da rede municipal, mas ponderou que a logística interna também precisa ser eficiente. “Sem os equipamentos adequados e um ambiente com condições ideais, não podemos garantir a alimentação escolar que nossas crianças merecem”, pontuou.
Resgate da qualidade
Para a diretora Idelma Bastos, a reforma representa a realização de um anseio antigo da comunidade escolar. “É um sonho ter essa reforma para garantir uma alimentação no padrão que a Olga Benário merece. Poderemos focar mais no pedagógico quando temos uma gestão que cuida de questões como a nutrição”, celebrou.
A Prefeitura deve agora agilizar o cronograma de melhorias para que as adequações ocorram o mais breve possível, enfrentando os desafios herdados e buscando resgatar o padrão de excelência das escolas de tempo integral da Capital.
Texto: João Lino Cavalcante
Edição: Fernanda Sousa




