07/09/2019 às 13h04

FGT 2019: Roda de Prosa discute importância da origem alimentar

image Cuhkõ Krahô representou a Etnia Krahô na 13ª edição do Festival Gastronômico de Taquaruçu

Cuhkõ Krahô representou a Etnia Krahô na 13ª edição do Festival Gastronômico de Taquaruçu

Fotógrafo: Regiane Rocha

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imageSimone Moura, especialista em patrimônio do Programa Culinária de Identidades mediou a Roda de Prosa

Simone Moura, especialista em patrimônio do Programa Culinária de Identidades mediou a Roda de Prosa

Fotógrafo: Regiane Rocha

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imageSebrae abordou a influência da culinária indígena na alimentação

Sebrae abordou a influência da culinária indígena na alimentação

Fotógrafo: Regiane Rocha

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imageRepresentante da Etnia Krahô, Cukhõ Krahô, falou sobre preparo de iguaria de sua aldeia

Representante da Etnia Krahô, Cukhõ Krahô, falou sobre preparo de iguaria de sua aldeia

Fotógrafo: Regiane Rocha

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Georgethe Pinheiro

O início da noite desta sexta-feira, 6, do festival Gastronômico de Taquaruçu 2019 (FGT) foi marcado pela Roda de Prosa e Oficina Culinária de Identidades Étnica: “A herança dos Ancestrais Programa Culinária de Identidades” que discutiu a influência da culinária indígena na alimentação, idealizada pelo Sebrae, parceiro da Agência Municipal de Turismo (Agtur) no projeto turístico de Taquaruçu.


O representante da Etnia Krahô, Cuhkõ Krahô, falou sobre o preparo do Paparuti, uma iguaria de seu povo que, a base de mandioca, cujo preparo envolve toda a aldeia. “É um alimento que a gente faz na festa, que vem de nossos antepassados e nós repassamos para os jovens. É preciso muitas gente, durante o preparo, fazemos cantorias, convidamos toda a comunidade e preparamos o paparuti em conjunto, porque é uma forma de saudar nosso Deus”,contou Cukhõ Krahô.


A roda de Prosa reuniu profissionais de diversas áreas, entre eles a embaixadora do Tocantins pelo Prêmio Nacional Dolmá, gastróloga Malena Mota e a especialista em patrimônio do Programa Culinária de Identidades Simone Moura


Também participaram da atividade pesquisadores da Universidade Federal do Tocantins(UFT), Dra. Claudia Auler, engenheira de alimentos; Liza Brasilio, socióloga; Regina Padovan, historiadora. E ainda Reijane Pinheiro, antropóloga social e Maria Duringer e o indigenista Fernando Schiavine.


Na ocasião, o chef de cozinha pernambucano,Alexandre Silva, 44 anos, radicado em Palmas, cuja especialidade é cozinha internacional, confessou encantamento pelas pesquisas e discussões apresentadas durante a roda de prosa.


“Confesso que não tinha muito conhecimento sobre este assunto e sobre as pesquisas, mas fiquei bastante interessado. Acredito que não só nós que trabalhamos com gastronomia, mas as pessoas precisam conhecer sobre a origem da nossa alimentação. Se a gente observar, a raiz de nossa culinária é indígena”, comentou.


Neste sábado, o chef Alexandre Silva apresenta um prato a base de filé pirarucu grelhado, acompanhado de purê de mandioca e jiló e apontamento de agrião, com chips de coco babaçu. “Este é um peixe muito procurado no restaurante onde sou chef, mas em outras apresentações. Amanhã traremos esta receita pro cozinha show,que depois deve constar de nosso cardápio.

 

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