
Prefeitura de Palmas retoma distribuição de fitas de glicemia na rede municipal de saúde
A partir dessa quinta-feira, 8, o fluxo de entrega foi reorganizado, com abastecimento gradativo de todas as Unidades de Saúde da Família da Capital
A Prefeitura de Palmas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde de Palmas (Semus), retomou a distribuição de fitas de glicemia após a chegada de nova remessa do insumo, essencial para o acompanhamento de pacientes com diabetes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A partir dessa quinta-feira, 8, o fluxo de entrega foi reorganizado, com abastecimento gradativo de todas as Unidades de Saúde da Família (USFs) da Capital. A Semus orienta que os usuários procurem sua USF de referência para informações sobre a retirada das fitas e para o acompanhamento adequado junto à equipe de saúde.
A regularização do fornecimento ocorre após um período de readequação do processo de compras, que exigiu ajustes administrativos para garantir maior segurança, previsibilidade e continuidade no abastecimento da rede municipal. Com as medidas adotadas, a Semus fortalece a assistência aos usuários e assegura o suporte necessário ao acompanhamento de doenças crônicas.
A secretária municipal de Saúde, Dhieine Caminski, destacou que a gestão priorizou critérios técnicos rigorosos na contratação de fornecedores, com foco na capacidade logística, histórico positivo de fornecimento e compatibilidade com os parâmetros da administração pública. A reorganização do processo trouxe mais eficiência e estabilidade ao abastecimento. “O acompanhamento das pessoas com doenças crônicas é uma prioridade permanente da gestão. Garantir o acesso regular às fitas de glicemia significa fortalecer o cuidado, prevenir complicações e assegurar mais qualidade de vida aos usuários do SUS”, afirmou a secretária.
Fitas de glicemia
As fitas de glicemia são utilizadas na medição da glicose no sangue, procedimento indispensável no controle do diabetes mellitus. Em conjunto com o glicosímetro, permitem monitoramento rápido e seguro, tanto pelos profissionais de saúde quanto pelos próprios pacientes, conforme orientação clínica.
Na rede pública, a distribuição segue os critérios e protocolos do SUS, com foco nos pacientes acompanhados pelas USFs. O uso regular contribui para maior controle da doença, redução de riscos e fortalecimento do cuidado contínuo.
Texto: Rodrigo Marques
Edição: Juliana Matos


