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Fundesportes e Agetec formulam parceria para atuação em núcleos esportivos na Capital

Fundesportes e Agetec formulam parceria para atuação em núcleos esportivos na Capital

Data da publicação: 11/08/2015


O presidente da Fundação Municipal de Esportes e Lazer (Fundesportes), ten. Cleyton Alen, recebeu na manhã desta terça, 11, o presidente da Agência Tocantinense de Ciência, Tecnologia e Inovação, prof. George Brito, para debater detalhes sobre a parceria entre os dois órgãos, que resultará em um número maior e mais variadas ações nos núcleos esportivos de Palmas.


A ideia surgiu de um diálogo entre os gestores que identificaram a necessidade de profissionais de diversas áreas para atuar nos núcleos, bem como de atividades para serem desenvolvidas pelos profissionais formados através do programa de financiamento estudantil do Governo do Tocantins, o Proeducar.


“A ideia é nos aproximar desses profissionais de modo que eles possam atuar nos nossos núcleos e dar a sua contribuição para a comunidade. São profissionais, especialmente da área da saúde, que têm muito a ofertar aos moradores da Capital e poderão fazer isso com atuação dentro dos nossos núcleos esportivos, com palestras, atendimentos e ações diversas”, ressaltou o presidente da Fundesportes.


Para o presidente de Agetec esta é a oportunidade de o profissional dar o retorno social da sua formação à comunidade. “Vamos fazer um mapeamento desses profissionais e realizar um fórum para que eles também tenham a chance de dar as suas opiniões e apresentar os projetos que se encaixem nessa proposta. Queremos que eles no deem essa contrapartida de uma forma que seja satisfatória para o profissional e para a sociedade. É uma parceria que tem tudo pra dar certo”, reforçou Brito.

Feito o mapeamento e finalizados os projetos, Fundesportes e Agetec devem realizar um fórum para reunir os profissionais e dar andamento à parceria.


O Proeducar (Programa de Crédito Educativo do Governo do Estado do Tocantins) foi criado em 2004 e tem o objetivo financiar os estudos de estudantes carentes que não têm condições de arcar com os custos de sua formação Superior e estejam regularmente matriculados em uma das Instituições de Educação Superior não gratuita, que aderiram ao Programa. Como contrapartida o aluno deve dar retorno financeiro e de horas de serviço ao Estado, durante ou ao final do curso.