A Prainha da Universidade Federal do Tocantins (UFT), em Palmas, foi palco nesta quarta-feira, 17, de uma tarde de convivência, brincadeiras e troca de experiências entre crianças do CMEI Amâncio José de Moraes e participantes da Universidade da Maturidade (UMA/UFT). Com o tema 'Território do Brincar: Trama Viva das Relações Intergeracionais', a atividade reuniu cerca de 70 pessoas em um ambiente pensado para fortalecer vínculos, estimular o diálogo entre gerações e promover o contato com a natureza. A ação foi idealizada pelas professoras Núbia Brito e Vilma Bonifácio.
Durante o encontro, crianças e pessoas idosas participaram juntas de diferentes contextos de brincadeiras organizados ao ar livre, utilizando materiais reutilizados e elementos encontrados no próprio ambiente, como folhas, galhos e sementes. A proposta buscou resgatar brincadeiras tradicionais e valorizar experiências compartilhadas entre diferentes gerações.
Interação e aprendizagem
A diretora do CMEI Amâncio José de Moraes, Maria Clara da Silva, destacou a importância da iniciativa para a formação integral das crianças e para o fortalecimento dos vínculos entre diferentes gerações. “Momentos como este ampliam as oportunidades de aprendizagem e convivência dos nossos educandos. A interação entre as crianças e os acadêmicos da UMA favorece a troca de experiências, o respeito às diferentes fases da vida e a construção de valores que contribuem para o desenvolvimento humano e social”, afirmou.
A professora Núbia Brito explicou que os espaços foram planejados para estimular a interação entre as gerações por meio de experiências simples e significativas. “Organizamos diferentes contextos de brincadeiras utilizando materiais reutilizados e não estruturados, permitindo que crianças e pessoas idosas construíssem juntas momentos de partilha e descoberta. Em um dos espaços, por exemplo, montamos uma casinha com materiais simples para resgatar brincadeiras vivenciadas por outras gerações. A ideia foi promover encontros entre memórias, experiências e novas aprendizagens”, destacou.
Entre os espaços organizados para as atividades, um dos destaques foi o contexto da brincadeira de casinha, montado com materiais simples e não estruturados, permitindo que crianças e idosos compartilhassem histórias, memórias e formas de brincar de diferentes épocas.




