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Prefeitura articula integração de serviços para implementação do protocolo Brasil Sem Fome em Palmas

Pré-oficina reúne representantes da rede municipal para construir fluxo integrado de atendimento às famílias em vulnerabilidade social.

Prefeitura articula integração de serviços para implementação do protocolo Brasil Sem Fome em Palmas

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Data da publicação: 06/11/2026

Crédito da foto: Sedes


A Prefeitura de Palmas, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Sedes), iniciou, nesta sexta-feira, 6, a articulação para implementar o protocolo Brasil Sem Fome no Município. A iniciativa prevê a construção do Fluxo Integrado de Atendimento (Flia), com o objetivo de integrar os serviços públicos e aprimorar a identificação e o acompanhamento de pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade social e insegurança alimentar.

 

A discussão ocorreu durante a pré-oficina do Grupo de Trabalho (GT) do protocolo Brasil Sem Fome, coordenada pela Secretaria-Executiva de Segurança Alimentar da Sedes, com a participação da Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan) e do Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea).

 

Durante o encontro, representantes dos serviços municipais discutiram formas de fortalecer a atuação conjunta entre as políticas de Assistência Social, Saúde e Segurança Alimentar, envolvendo equipamentos como os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e os serviços do Sistema Único de Saúde (SUS).


Alinhamento

A construção do Flia busca estabelecer procedimentos de comunicação e encaminhamento entre os diferentes setores, permitindo que situações de insegurança alimentar sejam identificadas com mais agilidade e recebam o acompanhamento adequado. A proposta é evitar atendimentos fragmentados e fortalecer a rede de proteção às famílias que mais precisam das políticas públicas.

 

A superintendente de Proteção Social Especial da Sedes, Marlucy Albuquerque, destacou que a integração entre os serviços é essencial para ampliar a capacidade de identificação e atendimento das famílias em situação de vulnerabilidade. “Quando os serviços trabalham de forma articulada, conseguimos ter uma visão mais ampla da realidade das famílias e identificar necessidades que, muitas vezes, não aparecem em um atendimento isolado. Esse fluxo vai contribuir para que os encaminhamentos sejam mais efetivos e para que as pessoas tenham acesso aos direitos e às políticas públicas de que necessitam”, ressaltou.

 

“Esse processo começa com o diálogo e a organização da rede. Precisamos estabelecer responsabilidades e aproximar os serviços para que a identificação da insegurança alimentar não fique restrita a um único setor. A integração permitirá uma atuação mais organizada e respostas mais efetivas às necessidades da população”, afirmou o secretário-executivo de Segurança Alimentar, Felipe Coelho.

Texto: Maria Eduarda de Moraes, estagiária sob supervisão da jornalista Aldenes Lima